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quinta-feira, 1 de julho de 2010

TODO CUIDADO É POUCO!

ACIDENTE: ATÉ NAS OLIMPÍADAS!
Cada vez mais gente adota treinamento de força, mas nem todo mundo é cuidadoso como deveria ser.
O treinamento de força é tudo de bom. Aumenta o tônus, melhora o desempenho de corredores e é o que mais dá ganho estético. Porém, como qualquer atividade, causa problemas se mal executado.
É o que mostra claramente um estudo americano. Ele revela que, de 1990 a 2007, houve aumento de 48% de acidentes na musculação. Os números só valem para os EUA, mas o alerta é global.
Segundo o estudo publicado na revista "The American Journal of Sports Medicine", as pessoas não prestam muita atenção ao recolocar pesos no chão. Outro perigo é levantar cargas maiores do que o suportável. Nas mulheres, pernas e pés são os mais afetados. Nos homens, tronco e mãos. Enquanto as mulheres estão mais sujeitas a fraturas, os homens correm risco maior de distensões e torções.
Mais de 90% dos acidentes ocorrem com pesos livres – máquinas são mais seguras. É por isso que a orientação constante de um bom Profissional de Educação Física faz toda a diferença, não só nos resultados, mas para evitar lesões. (Fonte: O Globo/Boletim Confef)

quinta-feira, 20 de maio de 2010

POLÊMICA: nunca-antes-na-istória-deste-paiz

Recursos do Dpvat são desviados pelo governo
O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) acumula, desde 1998, R$ 1 bilhão em repasses do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT). Esses recursos têm sido usados para compor a meta de superávit primário do governo, segundo informou o Valor Econômico.
Do total arrecadado pelo pagamento do seguro, 5% são repassados ao Denatran todos os anos. Os 95% restantes são divididos entre o Sistema Único de Saúde (SUS), que recebe 45% para auxiliar no tratamento de vítimas de acidentes, e a Seguradora Líder, que fica com 50% e é responsável pelo pagamento das despesas dos acidentes.
De acordo com o Valor Econômico, em 2009, o DPVAT captou R$ 5,4 bilhões e repassou ao Denatran R$ 267 milhões. O departamento, porém, gastou apenas R$ 190 milhões.
Essa prática de gastar menos do que recebe tem sido comum ao longo dos anos. Em 2008, a relação foi de R$ 243,3 milhões recebidos do seguro para uma aplicação de R$ 36,8 milhões. Em 2007, o mesmo ocorreu: foram arrecadados R$ 202 milhões e gastos R$ 169 mil. (Fonte: Saúde Business Web/SIS.SAÚDE)