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sábado, 6 de novembro de 2010

SEXO CONTRA ARTRITE

OSTEOARTRITE: JOELHO
Sexo faz bem para quem sofre de doenças como artrite, artrose, osteoartrite. A afirmação vem de uma pesquisa feita pela Arthritis Foundation, uma organização americana. Segundo o especialista George E. Erlich, após entrevistar centenas de pessoas, mais de 70% delas afirmaram sentir menos dores após o ato sexual.
Mais de 15 milhões de brasileiros sofrem de osteoartrite. Nos EUA, são cerca de 20 milhões. As mulheres, em geral, são mais afetadas pelo problema, que afeta a coluna cervical, lombar, joelhos, quadris e os dedos das mãos. As dores, em casos severos, tornam-se intoleráveis, segundo relatam pacientes.
Para Erlich, os médicos deveriam recomendar atividade sexual aos seus pacientes. O assunto, no entanto, muitas vezes é tratado como tabu.
Em defesa do sexo, o especialista diz que o ato sexual estimula a produção de cortisona pelo corpo, que, por sua vez, reduz inflamações, a causa das dores nas articulações.
(Fonte: Blog da Redação-maisde50.com.br)

sábado, 22 de maio de 2010

VIDA SEXUAL DE CARDÍACOS

Pacientes que sobreviveram a um ataque cardíaco tem tendência a evitar relações sexuais, temendo que elas possam causar sua morte, segundo pesquisadores americanos.
De acordo com o estudo apresentado em um encontro da American Heart Association, os pacientes que não conversam com seus médicos sobre sua vida sexual são os mais propensos a evitar sexo. Segundo a médica Stacy Tessler Lindau, que liderou o estudo envolvendo 1.700 pacientes, as chances de morrer durante o ato sexual são "muito pequenas".
A British Heart Foundation apoiou sua sugestão para que os médicos discutam a vida sexual dos pacientes para tranquilizá-los. Especialistas afirmam que fazer sexo é seguro para os pacientes que sobreviveram a um ataque cardíaco quando eles são capazes de realizar exercícios moderados, como subir alguns lances de escada. 
No estudo, que envolveu 1.184 homens e 576 mulheres que tinham sofrido um ataque cardíaco, os pacientes foram questionados sobre sua atividade sexual antes e depois do incidente. Eles foram avaliados um mês depois do ataque cardíaco e, novamente, um ano depois. Os homens, cuja idade média era 59 anos, eram mais propensos a ser casados do que as mulheres, cuja idade média era 61 anos.
A atividade sexual antes do ataque cardíaco também era mais alta entre os homens do que entre as mulheres. Mas mesmo depois de ajustadas as diferenças, os pacientes que receberam instruções sobre como retomar sua vida sexual ao deixarem o hospital apresentaram maior tendência a ter vida sexual ativa no ano seguinte ao ataque. Menos da metade dos homens e cerca de um terço das mulheres haviam conversado sobre sua vida sexual com seus respectivos médicos. E menos de 40% dos homens e 20% das mulheres conversaram sobre sexo com seus médicos nos 12 meses seguintes ao ataque cardíaco.
Um ano depois, mais de dois terços dos homens e cerca de 40% das mulheres disseram ter tido alguma atividade sexual. Mas os homens que não receberam instruções médicas sobre a retomada da vida sexual tinham probabilidade 30% maior de ter menos atividades neste campo do que antes do ataque cardíaco. Entre as mulheres, este número chegou a 40%. 
"A maioria dos pacientes de ataque cardíaco tem vida sexual ativa", disse a doutora Lindau. "Mas em sua maioria, os médicos não estão conversando sobre o assunto com os pacientes depois do ataque cardíaco." Segundo ela, mesmo quando a vida sexual era discutida, não havia nada para mostrar o que havia sido dito aos pacientes, ou se a informação era consistente.
A médica afirmou que o sexo não deve ser ignorado nas conversas entre médicos e pacientes simplesmente porque os pacientes são casados, ou mais velhos. "Não dá para prever, simplesmente olhando para alguém, se eles são sexualmente ativos. Os pacientes vêem o sexo como uma parte importante de suas vidas, e eles acreditam ser apropriado que os médicos levantem a questão."
Cathy Ross, enfermeira cardíaca da British Heart Foundation, disse que os pacientes deveriam receber informações sobre como retomar sua vida sexual ao receber alta do hospital. "Algumas pessoas têm medo de fazer sexo depois de um ataque cardíaco no caso de o esforço causar outro ataque. Mas isso é extremamente incomum."
"Você pode desfrutar de uma vida sexual saudável mesmo se tiver uma doença cardíaca", disse ela. "E como com qualquer outro tipo de exercício, a atividade sexual pode causar sintomas se você tiver um problema cardíaco, então, deixe seus remédios sempre ao alcance." "Carícias e intimidade são uma boa maneira de retomar relações sexuais e aumentar sua confiança", completou. (Fonte:ultimosegundo.ig.com.br)