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terça-feira, 13 de abril de 2010

DEPRESSÃO e PROTEÍNA

Cientistas descobriram uma proteína que teria forte impacto na depressão.  A falta dessa molécula, conhecida como MIF, impede a produção de genes, aumentando comportamentos ansiosos e depressivos.
O comunicado foi divulgado nesta segunda-feira (12) pela Escola Politécnica Federale de Lausanne (EPFL), na Suíça.
Uma equipe dirigida pela diretora do Laboratório de Genética Comportamental do EPFL, Carmen Sandi, descobriu que a molécula era encontrada em grandes quantidades nas células-tronco do hipocampo, uma região do cérebro considerada importante para a formação da memória e um dos locais onde se formam novos neurônios.
Como estudos anteriores mostravam que a formação de novos neurônios era um fator importante para reduzir a ansiedade, os cientistas tentaram manipular a presença da MIF no cérebro dos ratos, eliminando-a.
Constataram, então, que a ausência da molécula reduzia de forma significativa a produção de neurônios, o que aumentava a ansiedade.
A equipe espera que a descoberta leve ao desenvolvimento de medicamentos contra a depressão. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), 121 milhões de pessoas sofrem atualmente com a doença.(Fonte: r7.com)

domingo, 4 de abril de 2010

SALMÃO

Os resultados de um estudo apresentados pela psiquiatra Sarah M Conklin, da Universidade de Pittsburgh, em Budapeste, na Hungria, indicam que consumo de ômega-3, um tipo de gordura encontrada em peixes, especialmente no salmão, está associado a alterações estruturais do cérebro que parecem melhorar os estados de humor. 
Participaram da pesquisa 55 voluntários, que foram entrevistados para determinar o consumo médio de ômega-3. Depois todos foram submetidos à ressonância magnética funcional estrutural de alta resolução.
As imagens revelaram associação entre consumo elevado desse nutriente e maior volume da substância cinzenta (formada pelo corpo celular dos neurônios) das áreas responsáveis pelo controle das emoções, como córtex cingular, amígdala e hipocampo – justamente aquelas que estudos anteriores mostraram reduzidas em pacientes com depressão maior e outros distúrbios de humor. (Fonte: menteecérebro)

sábado, 3 de abril de 2010

ÓCIO VITAL

ÓCIO MERECIDO!
A relação entre sono e memória é bem conhecida pelos cientistas, mas um estudo publicado na revista Neuron acaba de mostrar que o descanso – enquanto se está acordado – também é importante para a formação de lembranças.
Por meio de ressonância magnética funcional, pesquisadores da Universidade de Nova York observaram o cérebro de voluntários e perceberam que um período curto de ócio aumentou a capacidade de recordar imagens que haviam sido apresentadas anteriormente numa tarefa de memorização.
O teste revelou que, enquanto os participantes descansavam, houve grande interação entre o hipocampo e o córtex cerebral, o que é fundamental para a consolidação de memórias. (Fonte:menteecérebro)