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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

CRESCENTE PERDA DE AUDIÇÃO

Desde 1990, cerca de 30% dos adolescentes americanos sofreram danos na capacidade de ouvir. Um estudo publicado nesta terça-feira (17), pela revista científica Journal of the American Medical Association, mostrou que a perda da audição afetou um a cada cinco jovens nos EUA em 2006.
Os pesquisadores levantaram esses dados a partir de dois estudos nacionais. A análise mostra que os prejuízos em pessoas de 12 a 19 anos cresceu de 14,9% (entre 1988 e 1994) para 19,5% (entre 2005 a 2006), o que equivale a 6,5 milhões de indivíduos que têm dificuldades para ouvir. Isso representa um aumento de 31% nestes dois períodos.
Segundo os cientistas, os adolescentes que vivem em famílias abaixo do limite da pobreza têm mais chances de sofrer perdas auditivas do que aqueles criados em ambientes com mais recursos.
Apesar de a pesquisa não conseguiu definir quais razões explicam a perda auditiva entre os adolescentes, algumas hipóteses foram levantadas: infecções no ouvido, uso de armas de fogo e exposição a volumes sonoros elevados durante cinco horas ou mais por semana.
De acordo com Josef Shargorodsky, do Hospital Brigham and Women's de Boston (EUA), principal autor do estudo, os danos sofridos pelos adolescentes foram leves na maioria dos casos.
- São necessárias mais pesquisas para determinar as causas deste claro aumento de problemas auditivos nos adolescentes e identificar os fatores de risco que podem ser modificados a fim de impedi-los.
(Fonte: AFP-r7/SIS.SAÚDE)

segunda-feira, 21 de junho de 2010

VUVUZELA: RISCO PARA OS OUVIDOS

A vuvuzela, o símbolo da Copa da África do Sul, cujo ruído multiplicado lembra o barrir de uma manada de elefantes, incomoda muita gente e faz mal à saúde. Especialistas da Universidade de Pretória comprovaram o risco de perda da audição em exposições prolongadas.
Em estudo recente, na véspera do Mundial, eles examinaram onze voluntários antes e depois de uma partida de futebol com público de 30 000 pessoas. O grupo esteve sujeito a um pico máximo de 140 decibéis e mínimo de 100 decibéis – patamar maior que 125 decibéis é danoso aos tímpanos. A investigação detectou, em todos os testados, "significativa redução da capacidade auditiva".
Nos estádios, é péssimo. Pela televisão, pior. Na semana passada, a empresa contratada pela Fifa para gravar os jogos decidiu filtrar parcialmente o som. Mas dura é a vida de quem não pode controlar o áudio. Para Júlio César, goleiro do Brasil, ficar parado debaixo das traves é ingrato. "Os jogadores de linha ao menos se movimentam, e esquecem a zoeira ao redor", disse a VEJA.
O estrondo internacional produz entusiasmo em Neil van Shalkwyk, dono do registro da marca vuvuzela. Ele diz ter vendido 1,5 milhão de unidades na Europa neste ano. Esperto, já conversa com importadores do Brasil. Vai esbarrar em um problema: o cornetão brasileiro, muito comum, produz o mesmo som e é igualmente irritante. O modelo vendido no país é menor (seu comprimento varia entre 50 e 60 centímetros, contra 1 metro da vuvuzela africana). Melhor seria importar outro produto que se espalhou em Johannesburgo: protetores auriculares que, há quinze dias, custavam meros 10 rands (2,5 reais) e agora são vendidos a 15 rands. E, melhor ainda, banir o maldito monstro sonoro dos nossos estádios.
O som da corneta sul-africana ultrapassa o patamar de segurança para os ouvidos estimado por otorrinolaringologistas (em decebéis -dB)

Fonte: Departamento de Patologias da Comunicação (Universidade de Pretória)

Com reportagem Alexandre Salvador
(Fonte: veja.com.br)

segunda-feira, 14 de junho de 2010

PERDA AUDITIVA

Jovens que ouvem música constantemente a volumes altos começam a perder a audição por volta dos 20 anos. Esses efeitos, no entanto, não são percebidos a essa idade. Os sintomas são mais percebidos quando essas pessoas chegam aos 30 anos de idade.
Os aparelhos de mp3, o iPod e os celulares já se tornaram companheiros inseparáveis dos jovens. Mas o uso incorreto desses aparelhos, principalmente durante a adolescência, traz risco à saúde.
Aqueles que ouvem músicas com o volume alto e constante mais de 5 horas por semana são os mais expostos aos danos.
Ao ouvir uma música nessa intensidade, o músculo que protege o ouvido interno, onde estão as células auditivas, se contrai e relaxa. Com o tempo, esse movimento acabando perdendo a eficiência.
(Fonte: R7 Notícias/SIS.SAÚDE)