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sábado, 30 de outubro de 2010

DOENÇA DE MENIERE

Visão lateral do implante que visa tratar os sintomas da
 Síndrome de Meniere, que provoca desequilíbrios e vários outros sintomas debilitantes.
[Imagem: Cochlear Ltd.]
Um paciente tratado no Centro Médico da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, acaba de receber o primeiro implante de um dispositivo que visa acabar com as incapacitantes vertigens associadas com a doença de Meniere.
Os médicos que desenvolveram o dispositivo implantável esperam que o sucesso do experimento, que envolverá 10 pacientes, leve ao desenvolvimento de implante similares para outros distúrbios do equilíbrio mais comuns - popularmente conhecidos como labirintite - que atormentam milhões de pessoas em todo o mundo.
"O que estamos propondo aqui é uma terapia potencialmente mais segura e mais eficaz do que a que existe agora," diz o Dr Jay Rubinstein, um cirurgião auditivo que ajudou a desenvolver o implante.
Síndrome de Meniere
A Síndrome de Meniere pode atingir qualquer pessoa, mas ocorre principalmente em pessoas entre as idades de 30 e 50 anos. A doença acomete mais frequentemente um dos ouvidos, embora cerca de 30 por cento dos casos sejam bilaterais.
A doença afeta a audição e o equilíbrio, com variada intensidade e frequência, mas pode ser extremamente debilitante.
Acredita-se que suas crises episódicas resultem da ruptura de uma membrana do ouvido interno. O fluido endolinfático vaza do sistema vestibular, causando estragos à percepção de equilíbrio pelo cérebro.
Para evitar náuseas e vômitos, as pessoas devem ficar deitadas, geralmente durante várias horas e às vezes até metade de um dia, enquanto a membrana se autorrepara e o equilíbrio é restaurado.
Como os ataques surgem praticamente sem aviso, um diagnóstico da Síndrome de Meniere pode levar as pessoas a mudar de carreira e ter limitações em seus estilos de vida.
Implante contra labirintite
Com o novo implante, os médicos esperam restaurar o equilíbrio do paciente durante os ataques, deixando a função auditiva normal.
O paciente usará um processador instalado atrás da orelha comprometida e pode ativá-lo quando sentir o início de um ataque. O processador comunica-se por meio de sinais de rádio com o implante, que é inserido cirurgicamente no interior de um pequeno furo feito no osso temporal. O implante, por sua vez, transmite impulsos elétricos através de três eletrodos inseridos dentro dos canais do labirinto, no ouvido interno.
"É uma substituição", explica o Dr. James Phillips, membro da equipe. "Isso não muda o que está acontecendo na orelha, mas elimina os sintomas, substituindo a função do ouvido até que ele se recupere."
Segundo ele, se o teste for bem-sucedido, isso irá incentivar a colaboração da equipe com outros pesquisadores que estudam distúrbios do equilíbrio mais comuns na população.
(Fonte: diariodasaude.com.br)

quinta-feira, 20 de maio de 2010

DIA INTERNACIONAL DA BIODIVERSIDADE

Dia 22 de Maio 
A biodiversidade é o termo utilizado para definir a variabilidade de organismos vivos, flora, fauna, fungos macroscópicos e microorganismos, abrangendo a diversidade de genes e de populações de uma espécie, a diversidade de espécies, a diversidade de interações entre espécies e a diversidade de ecossistemas.
Mais claramente falando, diversidade biológica, ou biodiversidade, refere-se à variedade de vida no planeta Terra, incluindo a variedade genética dentro das populações e espécies, a variedade de espécies da flora, da fauna e de microrganismos, a variedade de funções ecológicas desempenhadas pelos organismos nos ecossistemas e a variedade de comunidades, hábitats e ecossistemas formados pelos organismos.
Biodiversidade refere-se tanto ao número (riqueza) de diferentes categorias biológicas quanto à abundância relativa (equitabilidade) dessas categorias; e inclui variabilidade ao nível local (alfa diversidade), complementaridade biológica entre hábitats (beta diversidade) e variabilidade entre paisagens (gama diversidade).
Biodiversidade inclui, assim, a totalidade dos recursos vivos, ou biológicos, e dos recursos genéticos, e seus componentes. A espécie humana depende da biodiversidade para a sua sobrevivência.
Atualmente, estima-se em 1,7 milhões o número de espécies identificadas. O número exato de espécies existentes sobre a Terra é ainda desconhecido e a sua estimação varia entre 5 e 100 milhões.
A extinção das espécies vivas presentes sobre o nosso planeta é um fenômeno natural que se inscreve no quadro do processo da evolução. Contudo, devido às atividades humanas, as espécies e os ecossistemas são hoje objeto de ameaças mais graves do que em qualquer outra época histórica.
As perdas tocam particularmente as florestas tropicais onde vivem 50 a 60% das espécies identificadas, assim como os rios e os lagos, os desertos e as florestas temperadas, as montanhas e as ilhas.
De acordo com as estimações mais recentes, tendo em conta as taxas atuais de desmatamentos, assistiremos ao desaparecimento de dois a oito por cento das espécies vivas do nosso planeta nos próximos 25 anos.
A Biodiversidade é uma das propriedades fundamentais da natureza, responsável pelo equilíbrio e estabilidade dos ecossistemas.
As funções ecológicas desempenhadas pela biodiversidade são ainda pouco compreendidas, muito embora considere-se que ela seja responsável pelos processos naturais e produtos fornecidos pelos ecossistemas e espécies que sustentam outras formas de vida e modificam a biosfera, tornando-a apropriada e segura para a vida.
A diversidade biológica possui, além de seu valor intrínseco, valor ecológico, genético, social, econômico, científico, educacional, cultural, recreativo e estético. Com tamanha importância, é preciso evitar a perda da biodiversidade e cada vez mais preservá-la. (Fonte:www.ambientebrasil.com.br)

sábado, 10 de abril de 2010

SLACKLINE

Slackline é a arte do equilíbrio dinâmico
Trata-se de uma fita tubular de nylon ancorada em dois pontos fixos. Andar sobre uma “corda-bamba” (nome comumente usado no Brasil) sempre foi praticado, de uma forma ou de outra, pela humanidade pelo menos há dois mil anos; sempre realizada por acrobatas e pelos mais destemidos.
A natureza dinâmica da fita permite com que acrobacias e manobras impressionantes sejam realizadas por quem se aventura em seus diversos e intensos balanços.
A reaparição da atividade nos tempos modernos geralmente é associada a dois escaladores de rocha que viviam em Yosemite Valley, Califórnia, no inicio da década de 80: Adam Grosowsky e Jeff Ellington (começaram andando em correntes e cabos de estacionamentos, mas logo logo estavam usando suas fitas de escalada para praticar essa atividade). O esporte foi idolatrado por escaladores da região e então levado para todo o resto do mundo por visitantes que tinham contato com a atividade no vale.
A slackline ganha classificações de acordo com a altura e local onde é montada. Os termos lowline (de baixa a média a altura da fita) e highline (montadas entre precipícios, fendas, depressões, prédios e até pontes) são usados para descrever tais configurações da slackline.
No Brasil, não existem muitos registros sobre a atividade como esporte, arte ou meditação, mas está sendo cada vez mais difundida à medida que a mídia divulga espetáculos circenses e acrobáticos envolvendo a atividade e mesmo entre grupos que praticam esportes onde o equilíbrio é habilidade fundamental como: Escalada, Mountain Bike, Surf, Skateboard entre outros.
Uma boa postura, uma slackline montada próximo ao chão e apoio de amigos nos estágios iniciais de contato com a atividade é fundamental para um desenvolvimento sem lesões e quedas sérias, facilitando o aprendizado.
Em algumas academias de escalada, sempre proximo às áreas de boulder, existem slacklines montadas para os mais ousados praticarem suas manobras, tirando proveito dos salvadores crash-pads…
Esse tipo de estrutura barata e de fácil manutenção poderia ser melhor difundida entre nós, escaladores. Vista por alguns como esporte e por outros como arte ou meditação, independente de como a atividade é considerada, ela indubitavelmente desenvolve o senso de equilibrio e aguça sua consciência corporal.
No final de toda essa categorização trata-se mesmo é de uma atividade muito divertida e saudável. Deixe seus medos de lado, procure informações sobre o assunto e encontre seu equilíbrio … literalmente!
(Fonte:escale.wordpress.com/Texto: Carlos Eduardo Diniz, escalador e slackliner/29/01/2008))